21.07.14 Dica de Leitura

Você já ouviu falar nos chamados Mapas Mentais?

A dica de hoje relaciona-se indiretamente com os desafios da tarefa de gerenciar, já que pode nos ajudar a melhorar nossas atividades de planejamento, nossas sessões de pensamento criativo e nossa capacidade de aprendizagem.

Você já ouviu falar nos chamados Mapas Mentais? Trata-se de um conceito sugerido por Tony Buzan, após uma série de estudos sobre o funcionamento de nosso cérebro.

Em seu best seller “Use sua mente”, o autor explora, dentre outras ideias, a seguinte questão: como funciona nosso processo de aprendizado e nossa memorização?

 

Tony Buzan explica que após cerca de 2 horas de estudo a nossa capacidade de memorização cai exponencialmente, então sugere que façamos uma pausa de aproximadamente 10 minutos a cada 2 horas. Isso vale também para quando estamos ensinando outras pessoas, como em aulas, palestras ou capacitações.

Não pensamos de maneira cartesiana, linear. Nosso pensamento se assemelha mais a uma grande coleção de redes de associações, as quais o autor denomina “Mapas Mentais”.

Nossa capacidade de memorização está diretamente ligada a como associamos as coisas. Então, por exemplo, se quiséssemos memorizar uma sequencia de números, poderíamos associar cada número a um bicho. Nossa capacidade de memorização seria mais efetiva porque lembraríamos com mais facilidade dos bichos, pois eles acionam experiências que já vivemos relacionadas a bichos e nossas experiências associam-se às nossas emoções. Como lembramos com mais facilidade dos bichos, lembraríamos com mais facilidade dos números associados a eles. É por isso que quando usamos no processo de aprendizagem elementos que mexem com as nossas emoções ou que relacionem os conceitos à nossa vivência, nossa capacidade de memorização e aprendizagem se tornam mais efetivas. Também para melhorar a nossa capacidade de aprendizagem, o autor sugere que comecemos a criar mapas mentais, associando ideias, conceitos, figuras etc. Quer saber mais sobre os mapas mentais? Então aproveite a nossa dica de leitura!

 

Por falar em mapas mentais..

Que tal começar a criar seus próprios mapas mentais?

O software XMind  (http://www.xmind.net/download/win/) oferece um leque de possibilidades para criar mapas mentais que é realmente impressionante! Permite inserir ideias, conceitos, ações (realmente qualquer “coisa”) e associa-las a outras ideias, conceitos etc. Podemos arrastar uma “coisa” de um lugar para outro, podemos criar relações de hierarquia. Podemos destacar ideias e associar ícones a elas. Podemos criar tabelas, organogramas e até fluxogramas. O software é especialmente útil para criar listas de coisas a fazer, registrar tempestades de ideias, planejar projetos e organizar conceitos. Enfim, só usando mesmo para saber!

 

Willian Giordani da Silveira





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17.04.14 Dica de Leitura

Domine a arte de fazer as coisas acontecerem!

Todos nós temos coisas a fazer.  Temos desejos, objetivos, compromissos! A não realização dessas coisas nos leva a um estado de stress. Para piorar, a cada hora, dia ou semana, surgem novas demandas de coisas a fazer em nossa “caixa de entrada”, não é verdade?

Uma boa dica de leitura nesse sentido é o livro “A arte de fazer acontecer”. Trata-se de um best seller mundial com diversos insights que o auxiliarão a ter mais energia e menos stress para realizar muito mais coisas com muito menos esforço, seja no campo profissional ou no campo pessoal.

 

Uma das premissas básicas do autor David Allen, é que devemos liberar a nossa memória RAM, fazendo analogia com um computador. Isto é, devemos liberar a nossa memória de curto prazo para as atividades criativas, as atividades que demandam raciocínio, ao invés de lotá-la com lembretes de coisas a fazer. Tirar as coisas da cabeça e coloca-las em algum tipo de sistema (seja em papel ou computador) é uma prática que deixará a mente mais relaxada. Consequentemente, nos sentiremos menos estressados!

 

Perceba, no entanto, que criar um sistema de coisas a fazer não é tarefa simples, já que a todo momento nos aparecem novas demandas profissionais e pessoais. É por essa razão que o autor oferece diversas dicas sobre como tomar as decisões e sugere um procedimento chamado GTD, do inglês “Getting Thins Done”, o qual cada pessoa poderá adaptar para o seu contexto particular! Fica a dica!

 

Willian Giordani





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